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  Mini Cooper S - DNA Rallye

Até o surgimento do Stratos, o que se fazia era adaptar um modelo de carro para o uso em rallye... apesar que o chamado Porsche Carrera GTS ou 904, foi criado para ser um carro de pista (endurance) e de rally, sendo posto a prova desde o final de 63. Com o Mini ocorreu um outro fenomeno: o carro foi sendo lapidado, até se tornar um dos melhores carros de rallye da sua época.

Para rallies alpinos, de montanha, de floresta e na lama, o Mini Cooper S era imbatível (só em Monte ganhou 4 vezes seguidas de 64 a 67). Note, que até nas pistas esse carrinho foi fabuloso. Sua performance durou pouco, tendo em vista a concorrência com outros modelos de carros. Um carrinho de 2 portas fabricado sem muitas pretensões pela BMC, sob desenho do Sir Alec Issigonis, nas instalações úmidas de Longbridge e Cowley na Inglaterra... foi longe, muito longe.

Em 1999 ao completar 40 anos, o Mini foi eleito o segundo carro do século, tornando-se um clássico com reconhecimento mundial. Seu criador, Sir Alec Issigonis, não chegou a ver tal feito, pois, morreu em 1988, mas certamente aproveitou e muito o sucesso deste seu "filho". Issigonis, nasceu em 1906 na cidade de Smyrna, na Turquia (pai grego e mãe alemã - eu acredito que este carro globalizado, foi criado desde os primórdios, por influência desta diversidade de nacionalidades). Em 1923 foi estudar engenharia na Inglaterra. Em 1936, é um dos desenhistas da Morris Motors (depois transformada em BMC), no setor de suspensão.

Durante a Segunda Guerra, desenha um carro de pequeno porte, depois revelado como o Morris Minor, lançado em 1948. Ele desenhou e projetou um carro com tração dianteira, mas que nunca foi lançado, contudo, serviu de inspiração para a criação do Mini. Na verdade ele ficou um pouco chateado com esta não utilização do seu projeto e saiu da Morris, indo trabalhar na Alvis. Em 1955 ele retorna (agora a Morris é encampada pela British Motor Corporation - BMC), como desenhista chefe, nomeado por Leonard Lord, presidente da empresa. Com a chamada Crise de Suez, a BMC pede a Issigonis, para dar andamento ao projeto de um carro econômico e compacto. Criou-se, ai, o Mini (com capacidade de abrigar 4 adultos e suas bagagens, com suspensão independente nas 4 rodas, motor dianteiro transversal - adaptado do Austin A37 e do Morris Minor - 848cc de 34hp; com 3.05 metros de profundidade, 1.41 metros de largura e 1.35 metros de altura). O Morris Mini Minor estreia em 26 de agosto de 1959, sendo comercializado como Austin Sevem (!) ou Morris Mini Minor.

O amigo de Issigonis, John Cooper (que morreu em 24/12/2000), viu no Mini algo que ele poderia utilizar com sua experiência como preparador e Campeão do Mundo em Marcas e da F1 (59 e 60). A potencialidade do Mini é enorme, inclusive, porque ele era muito estável. Em outubro de 1961, nascia o Mini Cooper, com freios a disco dianteiros e com o motor de 997cc, com dupla carburação SU (apesar que em muitos dos casos, se colocavam dois Webber), tirando uma potência de 55hp! Na verdade assim nascia o Austin Mini Cooper e o Morris Mini Cooper (assim eram vendidos).

A primeira coisa que se alterou foi o motor original de 848cc, que vinha do Morris Mini-Minor, para uma capacidade maior (997cc), passando dos 34bhp para 55bhp. Ainda, sob o capô haviam 2 carburadores SU, uma nova caixa de direção e um reformado sistema de freios, principalmente os dianteiros, onde os discos passaram para 10 polegadas. Para a devida homologação (para se fazer rallye no Grupo 2), foram produzidas 1.000 unidades.

A BMC, com os Minis, é a primeira equipe de fábrica de rallyes, contratando pilotos como Rauno Aaltonen, Timo Mäkinen e Paddy Hopkirk. Para um melhor desempenho, em 1963, os motores passam a ser de 1071cc com 70hp, numa versão conhecida como Mini Cooper S ("S'' de Special), resultando no primeiro lugar em Monte Carlo, em 1964, com Hopkirk e Liddon. Já no final de 1964, temos novo motor (1275cc, com 78hp), que no início de 1965, Timo Mäkinen ganha o Monte. Imaginem que o sucesso era tanto, que a inveja (principalmente dos franceses), chegou ao cúmulo de desclassificar em 1966, os 3 Minis que chegaram em 1º, 2º e 3º lugares em Monte Carlo, com Mäkinen, Aaltonen e Hopkirk (que equipe!!!). Os franceses reviraram os Minis (que derrotavam sempre os DS, que sempre eram derrotados anteriormente pelo Saab), encontrando "pelo em ovo", ou seja, falaram que o filamento dos faróis Lucas não estavam de acordo com as regras das leis de trânsito da França!? Eles estavam utilizando lâmpadas halógenas. Sobrou, até mesmo para outro gigante dos Rallyes - Roger Clark - com seu Lotus Cortina, que tinha ficado em 4º lugar (também foi desclassificado pelo mesmo motivo). E adivinha quem estava em 5º lugar? Citroën é claro.

Em 1967, Aaltonen ganha novamente o Rallye de Monte Carlo e no ano seguinte, 3 Minis chegam em 3º, 4º e 5º lugares em Monte (ficam nestas classificações, porque, estavam na mesma classe dos Ford Escorts MKI e dos Porsches 911S). Nos anos 60 eles ganharam mais de 25 rallyes e várias provas de pista.

Em outubro de 67, nasce o MKII (com vidros traseiros mais amplos e lanternas de freio retangulares), sendo que 2 anos mais tarde a BMC se transforma em BLMC (British Leyland Motor Corporation), sendo lançado o MKIII. Em 1971 os Mini Cooper não são mais produzidos. Tentaram melhorar as vendas com o lançamento do Clubman 1275 GT - um fracasso de vendas. Em 1980 a BLMC passa a se chamar Austin Morris Group e os Minis são rebatizados de Austin Mini. Em 1988 a fábrica passa a se chamar Rover Group, fazendo surgir os Rover Mini, fabricados até 2001 (em 1990 houve a volta do famoso Cooper, com motor de 1275cc com 61hp. em 1991, a empresa de John Cooper vende um kit de conversão para injeção eletronica aprovado pela Rover, aumentando a potência para 80hp). O MKIII vai até 1996, sendo substituído pela Rover pelo MKIV, com air bag, com radiador dianteiro e não mais lateral (o mais famoso era o John Cooper S Works com 90hp).

Foram fabricados Minis na Venezuela (chamados de Mini Cord - tinha o Mini Cord SB e o Mini Cord FA - depois que a fábrica fechou, relançaram um Mini Cord JC Cooper e um Mini Cord JC Cabriolet). Também fizeram Minis no Chile e no Uruguai, em fibra de vidro no final dos anos 60, assim como foram fabricados Minis na Bélgica (1972-1981), na Austrália (1961-1978), na Itália (Innocenti 1965-1975), na Espanha (Authi - Automoviles de Turismo Hispano-Ingleses de 1968-1975), e África do Sul nos anos 70. Em 2000, foi feito o último Mini oficial de série, na fábrica de Longbridge.

Muita gente famosa queria ter um Mini e muitos tem até hoje este charmoso carro na garagem. Enzo Ferrari, sempre gostava de dar umas voltas em seu Mini (compreensível), já que a Ferrari da época... quebrava, pegava fogo, etc... e os Beatles... bom, cabiam todos, menos o Ringo e seu nariz (ou um ou outro).

Mas... basicamente a história do Mini se divide em 3 fases: a fase do motor 850cc; a fase do 997cc e a fase do S (com motores 1.071cc, 1.275cc e 970cc). Não se pode somente falar do S, sem mencionar as duas fases anteriores, que foram de suma importância para consolidação do modelo, tanto em competições, como no mercado comercial.

O Mini Cooper 997cc, (que foi feito de setembro de 61 a dezembro de 63 - 25.000 unidades), era preparado com um motor tipo 9F da BMC, com uma compressão de 9:1, com 2 carburadores SU HS2, com 55bhp a 6000rpm, com disco de 7 polegadas de freio na frente e rodas Mini-lite de 10 polegadas, pneu Dunlop Gold, com uma performance máxima de 137kph (o 998cc tinha quase o mesmo desempenho, atingindo 145kph). O Mini Cooper S 1071cc (março de 1963 a agosto de 1964 - 4.017 unidades), tinha um motor com 9:1 de compressão, com 70bhp a 6000rpm, atingindo 152kph.

O Mini Cooper S 970cc (feitos 972 para homologação - março de 1964 a janeiro de 1965), tinha 9.75:1 de compressão, com 65bhp a 6500rpm, atingindo 148kph. O MK1 1275cc, veio de março de 64 a outubro de 67 (14.000 unidades), com 9.5:1 de compressão, com 76bhp a 5800rpm, atingindo 154kph. O MK2 (outubro de 67 a março de 70 - 7000 unidades) tinha a mesma perfomance, assim como o MK3 (março de 70 a julho de 71 - 19.500 unidades).

Nem só de carro vivia o Departamento de Competições da BMC - pilotos e co-pilotos fizeram história - no caso do Mini havia a turma que gostava de fazer rallye sem se importar se ganhava ou não dinheiro com isso, ou no mínimo se ganhava pouco com esse divertimento. Ai incluo os primeiros works 850 como Pat "Tish" Ozanne, Alec Pitts, Ken James, Tom Christie, John Milne, Mike Sutcliffe, Tommy Gold e Derek Astle. Mas... a rapadura é doce mas não é mole não... o Departamento sentiu a necessidade de chamar os profissionais, como a Nancy Mitchell, Peter "The Bear" Riley, Don Morley, John Sprinzel, David Seigle-Morris e a Pat Moss. Depois, vieram os míticos Paddy Hopkirk, Rauno Aaltonen, Timo Makinen, Tony Fall (isso tudo para rallye, porque, para a pista foram contratados John Rhodes e John Handley). E o mesmo caminho seguia na escolha dos co-drivers, como a fabulosa Ann Wisdom, Tony Ambrose, Henry Liddon, Paul Easter, Mike Wood e Ron Crellin. Quando eu falo destes caras, eu estou me referindo apenas aos Minis, pois, a BMC (Competitions Department em Abingdon), tinha um time formado por Austin-Healey e por MGs.

O debut do 850cc foi no Norwegian Viking Rally, em setembro de 1959 com o Mini de licença YOP 663 (Marcus Chambers e Pat Moss, que deu uma enorme ajuda, pois, ela pilotava um Austin A40). Depois vieram mais 7 outros minis, com várias tripulações, competindo em rallies até março de 1961. O 997 debutou no Monte de 62 com o 11 NYB, pilotado por Aaltonen (bateu) e sua saga foi até 1964, com o 570 FMO no Spa-Liége-Spa, pilotado por J. Wadsworth. Já o 1.071 tem início com o famoso 8 EMO no Monte de 63, pilotado pelo Hopkirk e terminando no Monte de 65 (essa Mini na verdade só fez essas duas provas), com Baxter. O "S" 1275 teve uma contribuição enorme que foi de 1964, no Acropolis, onde o AJB 33B fora pilotado pelo Aaltonen, até 1970 com o SOH 878H, pilotado pela turma Handley, Poole, Vernaeve na Maratona de 84 Horas (aliás, os dois primeiros se retiraram e só sobrou para o último). Assim termina a saga deste fabuloso carro.

O 850cc entrou nas competições para lutar contra os VW, Reanult Dauphine, Fiat 600, Ford Anglia, Triumph Herald e Standard 10... na verdade somente o Hillman Imp brigava com ele, pois, aqueles citados nem faziam cosquinha... Dai o Departamento de Competições começou a pensar que com um motor mais forte, perto dos 1000cc (surgindo o 948cc). O debut do 850 foi no rallye noroegues Viking com Marcus Chambers com o YOP 663. Mas o considerado o primeiro Works Team foram os 3 Minis de licença TMO. A primeira vez que o pessoal da Mini sentiu um potencial neste carro, foi quando ganhou na classe em 1960 no Geneva Rally, com o Don e Erle Morley (618 AOG), ganhando do fabuloso Erik Carlsson com um Saab e de dois DKW Junior. O debut da Pat Moss (com fantástica Ann Wisdom) foi no TMO 560 no Lyon-Charbonnières Rally, onde quebrou a transmissão (ela gostava de quebrar a transmissão, fez o mesmo com um works Austin-Healey).

A nova era vinha com o alvorecer de 1960 - em 61 o BMC Competitions Team de Abington, estreava com o 997cc (agora oficialmente com o dedo do John Cooper). A Pat Moss (com o 737 ABL) ganha o Monte no Coupe des Dames (teve um número imenso de problemas, além do mais o mesmo departamento estava cuidando  de um Austin A110, de um MG Midget, de um MGA, de um big Healey, de um Riley 1.5 e... dos Minis... e ainda, dava suporte ao 11MYB do Geoff Mabbs. Rauno Aaltonen entra em 62 e foi chamado de Little Finn (o Timo Makinen era chamado de Big Finn estreou esse ano também, com o 407 ARX de 997cc). Pat Moss também mudava de dupla - vinha Pauline Mayman que além de ótima co-driver era ótima piloto (o que incomodava um pouco a gordinha), já que a Ann Wisdom se retirou das provas para casar com o Peter Riley. O fabuloso Paddy Hopkirk estreou com o 407 ARX.

Em 1963 entra em cena o S Type Mini-Cooper com 70bhp, diverso dos anteriores 55bhp (o motor era o 1.071cc) - foi memorável a participação do Paddy Hopkirk e do co-driver Henry Liddon no Tour de France daquele ano no 33 EJB #38.

O 1275cc substitui o S Type 1071cc entrando numa nova fase em março de 1964. Ou seja a classe de 1300cc tinha um novo concorrente que atormentou a vida das outras fábricas. Coincidia com a nova regulamentação do Grupo III (vide os Minis AJBs e BJB). Os competidores do Mini chamavam essa nova versão de Mini Power (isso porque ele pulou de 68 para 75bhp? Não... isso porque o conjunto de torque com suspensão era fantástico - aliás, outras coisas que quebravam foram substituídas ou melhoradas, como a embreagem, a caixa de velocidades, o radiador de óleo, dois tanques e até mesmo os bancos). Esse Mini atuava agora no classe de 1 litro competindo na European Touring Car Championship. O primeiro a ganhar com esse novo modelo foi o Timo no Tulip com o AJB 66B. Era um carro fantástico para as provas alpinas e com uma boa preparação, suplantava o Ford Galaxy nas pistas. Com a nova regulamentação para o Grupo III de 64, no Alpine o Rauno estreou o lightweight car (AJB 55B), com portas, capô e tampa traseira de alumínio. Foi com estes carros que o Paul Easter entrou para valer, com o Timo no Tour de France no BJB 77B. Também, foi nesse período que a Mini fazia os famosos testes de destruição no País de Gales - também, foi nesta época que eles descobriram que o Mini podia voar (Mini Fly!). O Driver Tests foi utilizado, também, para os MGBs e para os Sprites de pista. Quem participava destes testes? Olha só: Rauno Aaltonen/Henry Liddon, Tony Fall/Mike Wood, Paddy Hopkirk/Ron Crellin, Timo Makinen/Paul Easter e Ytterbring/Lars Persson.

A BMC também dava apoio a times privados, como para o Barrie Williams que ganhou o Welsh Rally e o Ronnie McCartney ganha o Circuit of Ireland. Warwick Banks e John Rhodes ganham no Mallory Park Three Hours Race. John Handley e Ralph Broad ganham Brands Hatch Six Hours. Paddy Hopkirk e Julien Vernaeve ganham na classe de 1000cc o Spa 24 Hours Touring Car Race. John Fitzpatrick ganha na classe 1300cc o BRSCC National Saloon Car Championship e Warwick Banks ganha o European Touring Car Cahmpionship. Harry Kallstrom ganha o Nordic Rally Championship ou seja os 4 top rallies (Norway, Denmark, Finland e Sweden). Picko Troberg ganha o Swedish Ice Racing Champion, Borje Osterberg o Swedish Speed Racing Champion e finalmente o Timo Makinen o Finnish Ice Racing Champion.

O Fiasco de Monte começou em 65 quando a FIA publicou o Appendix J para todos os eventos de 66. Eles previam que para homologar carros para o Grupo I, precisaria haver sido fabricado pelo menos 5 mil carros e a interpretação do Automóvel Clube de Mônaco, é que o Mini não havia ainda cumprido esta meta nos 12 meses, para a produção do Mini-Cooper S. A encrenca começou ai. O regulamento foi mexido para prejudicar especificamente os Minis que estavam ganhando tudo. Outros tiveram problemas, como a Saab, ao ponto desta e da Volvo não participarem do Monte daquele ano pela ambiguidade e de "outros" problemas alegados na época. A BMC conseguiu comprovar que produzira 5047 carros iguais aos que iriam participar em Monte. Eles mandaram uma auditoria independente para verificar se isso era verdade e se tal produção ocorrera nos 12 meses. Dai eles junto com a FIA, mudaram novamente as regras a poucas semanas do evento. Em dezembro o Stuart Turner e o Henry Taylor do departamento de competições da Ford, foram a Paris para entender os 100 pontos colocados no regulamento e, voltaram satisfeitos. A questão dos faróis não estava listada nestes pontos. O problema estava localizado no GI, onde os Minis atuavam (junto com os Cortinas). 4 carros formavam o Time de Minis - Timo Makinen com o GRX 555D, o Rauno Aaltonen com o GRX 55D, o Paddy Hopkirk com o GRX 5D e no Grupo II o Raymond Baxter com o GRX 195D (foram aceitos 245 carros para o Monte daquele ano, sendo 34 Minis - destes 12 tinham tripulação inglesa - o que gerou mais ódio nos franceses). Na chegada em Mônaco o Wilson McComb da BMC já foi hostilizado, por outro lado, havia 4 fiscais que não falavam nada em inglês e só fiscalizaram carros com times ingleses. O pior é que numa conversa de restaurante ouvi-se que os times ingleses deste ano não iriam ganhar, e que já estava tudo arrumado. Isso foi dito por um dos oficiais do rallye. Eles invocaram até do revestimento dos bancos dos minis, que formavam um banco concha com uma capa. Como não havia como deter os ingleses, os franceses recorreram a regulamentação internacional dizendo que os faróis não estavam condizente com tais regras, principalmente, dos carros do Aaltonen e do Hopkirk (Minis), do Roger Clark (Lotus Escort) e do Bengt Soderstrom (Lotus Cortina). Resumindo desclassificaram todos os 3 Minis que ficaram nos 3 primeiros classificações, o Escort do Roger Clark que ficara em quarto, além dos carros do Bengt e do Vic Elfor, e do Hillman Imp da Rosemary Smith (que ganhara o Coupe des Dames). Houve 32 protestos - nunca houve tantos - o Automóvel Clube de Mônaco rejeitou todos, dai apelaram para a FIA, que - advinhem... rejeitou todos. Well... depois deste vexame, onde quem ganhou foi um time francês que ficara em quinto lugar, com um Citroen DS21 - o sapo - em 66 os Minis voltam a ganhar e a Citroen não.

Fonte: http://luiscezar.blogspot.com.br

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